sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

ca FÉ com LEI te (13)

?ergunte ao ?astor

148. De onde foi espremido o sumo sacerdote?
149. Quando finalmente se formarão os pastores do colegiado?
150. A bancada dos evangélicos no Congresso é formada pelos lobistas no meio das ovelhistas?
151. É verdade que na Missa do Galo, galinha não entra?
152. Elefante presbiteriano é batizado com uma tromba-d’água sobre a cabeça?
153. “Para bom entendedor, meia palavra basta”, significa que só o Novo Testamento já basta?
154. Se quem tem boca vai à Roma, quem tem lábia vai a Miami?
155. A moça que entrou muda e saiu calada, não foi curada porque não tinha o-fé-rta?
156. A mente ociosa, oficina do Diabo, abre aos domingos?
157. Os anticorpos são tipos de hormônios espíritas que habitam o corpo humano e desprezam o que é materia?
==========
Como já foi dito lá no início dessa sessão, este espaço é dedicado às questões mais simples que povoam a cabeça do crente simples. Espero que até aqui tenha cumprido esse proposi... (opa quase caí nessa) esse papel.
Na próxima edição, abordaremos outras dúvidas que vocês, meus leitores queridos, não esperam por perder.
Mande suas sugestões e dúvidas também.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Não tenho mais tempo de não ter tempo

De repente um sentido de urgência se abateu sobre mim.
Bem agora que eu estava curtindo essa onda do ir devagar...
De não queimar a vela pelas duas pontas, como um dia me dissera um professor.

Parece que simplesmente acordei com isso, como se estivesse em uma gincana,
e um cronômetro foi disparado e preciso fazer tudo em breve tempo.
Não tenho tempo para sequer dizer: não tenho tempo, como é comum dizer.
Não me resta tempo para lamentações.
Não tenho tempo para pensar como vou fazer, ou o que vou iluminar.
Agora devo focar.
Agora devo ir direto ao assunto. Rodeios me farão perder.
Se tiver duas frutas para comer, como a melhor, não sei se há tempo para as duas.
É hora de abrir meu melhor vinho.
Não guardo mais nada. Nem ressentimento nem amor: o primeiro jogo, o segundo dou.
Sim, não quero que nada fique comigo. Quando findar o tempo estarei vazio e vencedor.
É isso: nessa gincana só ganha quem terminar vazio.
Assim, as palavras que tenho represadas, devo falá-las, libertá-las.
Os sapos que engoli, vomitá-los.
Não tenho mais tempo para ponderações do tipo, que pensarão de mim sendo eu mesmo?
Não tenho mais tempo para yoga, pilates, correr, malhar... A não ser que eu queira.
Não posso mais interpretar papeis, a não ser os m-eus dentro de mim.
Não dá mais para participar de reuniões chatas sem me entregar ao sono.
Sim, dormir vale. Não muito. Aqueles sonos interrompidos pelo seu próprio auto-esgotamento.
Como um caminhão solto na banguela e que por si só para na próxima ladeira.
Assim, a gente ganha tempo, dá até para escrever um sonho.
Não tenho mais tempo para ficar numa roda falando das pessoas ou da crise.
Acabarei eu mesmo sendo uma pessoa em crise... E não venço a gincana.
Se tiver uma grande ideia, ponho em prática já. Se nem for tão grande, idem.
A ideia é não ficar com nada. Ou como se diz nos jogos: não morrer com o coringa na mão. Descartar.
Dirão: “bobo, guarda para a hora certa...”. E eu direi: hora certa é para quem tem tempo e conhece o futuro. Eu não tenho nem tempo nem futuro, apenas o futuro do indicativo que indica que é imperativo eu buscar o presente do conjuntivo e não o meu infinitivo pessoal.
Não tenho mais tempo para o passado.
Gerúndios, nem pensar. Não tenho tempo para “estar passando um e-mail”. Passarei ou não. Se houver mal entendido, não replicarei, ligarei.
Devo falar o mais que puder pessoalmente com uma pessoa. E se olhar nos olhos ganho tempo e bônus.
Não dá mais tempo para ficar escolhendo rimas. Devo dizer logo que amo a quem amo e aceitar logo que tenho inimigos.
Não posso mais me dar ao luxo de gastar tempo com essencialidades banais.
Não tenho mais tempo para sonhar; agora é acordar e fazer.
Não tenho mais tempo para pensar se devo chorar ou não diante do que me tira o chão.
Não tenho mais tempo para rezar, preciso é falar com Deus, antes que o faça pessoalmente.
Por falar nisso, não tenho mais tempo para estudar o grego, o hebraico, o latim só pra saber se estou agradando um Deus.
Urge lançar meu amor, e se uma das flechas em Deus acertar, talvez uma sobrevida eu ganhe.

Não tenho mais tempo para escrever... Por agora.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Um Caso de Transtorno de Pica (V)

Caiane foi quem se aproximou da mesa e disparou: “querem ver meu irmão comer um prendedor de roupas?”. A mãe de Ataíde engasgou-se com o bolo. Dona Almerinda correu pegar um copo d’água. O esposo olhou para o sofá e os meninos se divertiam. Ele também sorri sem jeito. A que estava engasgada, recuperada, diz a Caiane: “Não é preciso...”. Ate depois de muito tempo, os pais de Ataíde não sabiam se por sarcasmo ou por uma exibição costumeira que a irmã falou aquilo. Enfim, de tudo que conversaram e viram naquele dia, pouquíssima coisa restou, quase nada, que pudesse servir de ajuda, senão o cuidado de que a vida é assim e seguirá assim.

Seu Ataíde e Conceição – sim, Gustavinho tinha o mesmo nome do pai e era esse provavelmente o motivo pelo qual o pai não autorizou a mudança do nome sugerido pela tia. Seu Ataíde e Conceição foram levando essa vida já com quase tudo assentado, como se assenta a terra com o tempo, com o sol e com a chuva. Não buscavam mais tantas respostas, mas respostas vêem quando não se as buscam. Olhando para um moço que fazia funcionar e desligar um brinquedo de parque e que possuía um braço atrofiado espetado num tronco exageradamente avantajado, seu Ataíde concluiu que esta era uma boa metáfora para a vida: o parque abre todos os dias, sem falhar, independentemente de quem nele trabalha. O que é feito para girar vai girar, o que é feito para pular vai pular, o que é feito para dar emoções vai dar. Alguns vão se divertir, outros vão trabalhar, outros vão sobreviver... “Tenho sorte”, pensou seu Ataíde.

Já com Conceição não era bem assim. Na festa de 15 anos de Gustavinho chegou até a fazer um discurso que a todos fez chorar, dizendo da sua aceitação e agradecimento pela vida feliz de sua família, das compensações da vida, do amor que não faltava etç e tal, mas não desligava suas antenas das possibilidades. Tinha portas muito largas para a inclusão de filosofias, baratas ou caras, que de qualquer forma, ela mesma se encarregaria de por outras janelas despejá-las fora.
Nesse mesmo dia de festa, ela conversava com algumas amigas, assuntos bem distantes desse, que é tema dessa redação. Quem tem assunto grave em casa e já se conformou, faz transparecer mesmo com diversos outros temas, como é estruturado e confiante em Deus ou em si mesmo. Conceição era sim uma mulher segura. Perdera a mãe cedo na vida e o pai, já idoso, vivia com uma companheira que a tia, aquela das cartas comestíveis, foi quem ajeitou para que cuidasse dele na viúves e que acabou cuidando de muitas outras coisas. Com ele Conceição não podia contar como se conta com um pai, como se escuta de um pai e tudo mais. Ele já esquecia as coisas; piorava as coisas por conta disso. Nunca entendeu bem o transtorno do neto. Às vezes omitia, às vezes aumentava o problema, quando tentava explicar a amigos e vizinhos. Como criança, uma vez ficou muito tempo sem falar com a filha porque Gustavinho comera alguns selos raros de sua coleção.

Voltemos à sala e a conversa. Conceição conversava com as amigas, ria, falava do marido, dos filhos, da casa, mas tinha sempre outro sentido reflexo de acompanhar Ataíde por todos os cantos e sem sair do lugar. - Essas coisas de leis de compensação com as quais se beneficia alguém diante do infortúnio. Interrompeu a conversa para chamar a atenção de Ataíde que comia e oferecia aos colegas, o numero um da vela que acabara de apagar. Como um comandante que executa comandos em uma aeronave e exibe o painel para filhos de passageiros, precisa e doce, controlou a situação. Ela retirou a vela de suas mãos, limpou o canto de sua boca, passou um guardanapo na calça suja de maionese, passou os dedos entre os cabelos desgrudando-os do suor, enquanto, ao mesmo tempo conversava com os meninos e perguntava se estavam se divertindo. Fez tudo isso como ato corriqueiro, incluindo o fato de que reparou quando um dos coleguinhas correu contar à mãe que viu Gustavinho comendo vela.
Festas são como florestas: você pensa que está só ali, mas há sempre um ser te observando. Bem, devo me esforçar em concluir nesse parágrafo o que não consegui nos dois últimos: a conversa com as amigas. Entre as amigas, Ivete, que há algum tempo não via. Fez como que não tivesse visto, mas viu o detalhe que se passou, enquanto Conceição, de igual forma, interpretou uma despercebida, mas viu que a amiga tinha visto. Enfim, quando ia se aproximando da roda de amigas novamente, Ivete se antecipou a ela perguntando se estava tudo bem, se queria alguma ajuda na manutenção da festa e tal. Conceição percebendo intenção da amiga de indagar sobre Gustavinho, facilitou as coisas com uma pequena tragicomédia: - Ele sempre faz isso nos aniversários. Por isso nunca sobra o numero um para a próxima festa...

É muito bom quando se entra num assunto proibido por via das comédias, é como engraxar uns eixos de uma máquina de intricado mecanismo. Assim, logo já estavam falando mais sério, rindo às vezes, pausas, e sentadas no sofá, agora Conceição ouvia com muito interesse o que Ivete dizia. Ivete tinha a voz suave, dessas que não se usa para disputar nada, mas que ao mesmo tempo ganha disputas. Sorria quase o tempo todo, de se criar pequenos sulcos nas faces mesmo quando permanecia séria. Uma pessoa interessada em tudo. Foi ali que Conceição soube que “Pica” vinha do latim “Pega”, um pássaro do hemisfério norte que come tudo que encontra pela frente. Não foi direta, mas explicou da evolução das coisas, das pessoas, bichos. Como a realidade poderia ser compreendida a partir da religião, da ciência e da filosofia. Ponderava que o espírito das pessoas é que importava...

Naquela noite, Conceição foi dormir até mais pensativa e comentou com o Marido antes de apagar, se ele já tinha ouvido falar num tal pássaro comilão, - já que o sogro gostava bastante de aves e de tê-las em gaiolas – e se o espírito dos animais poderia ser mais digno que o das pessoas. Não obteve resposta, mas não fez caso, pois, ou marido já havia dormido, ou não sabia o que responder, ou, o que é o mais provável, simplesmente não respondeu, como é dado à maioria dos homens, que imaginam que são sempre retóricas as indagações das esposas.
Conceição passou a se encontrar mais vezes com Ivete, que sempre estava disponível e muito cortês, apesar do trabalho, da casa, da família, do marido. - Família e marido aqui separados, não se trata de uma redundância, mas uma observância deste narrador. Passou a freqüentar as reuniões que Ivete freqüentava e a se inteirar mais dos espíritas e a se doar mais aos seus centros.

(continua)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Cruzadas Gospel - solução

HORIZONTAIS
1. Igreja Batista (ficou isolado, mas acho que eles gostam).
2. Cidade que Josué incendiou.
3. Adjetivo de mulher que um crente não deve usar.
4. Eram formados em seminários; agora basta ter uma Bíblia, uma gravata e uma garagem.
5. Bultimann e Rubem; dupla dinâmica de teólogos.
6. É preciso que os fieis façam com relação à doutrina da igreja e a autoridade da liderança para não serem discriminados.
7. Não é Alice Cooper, mas judia dos pintinhos.
8. Sociedade dos Pastores Mórmons.
9. Diante do qual se tem andado de muitas formas.
10. Ilse (...), escritora filha de judeus.
11. Quem é salvo e tem certeza (...).
12. Confere poder... Também status, respeito, fama, dinheiro...
13. Ordem dos Evangélicos Batistas.
14. Falta-lhe um dedo, mas não é o Lula; é da Universal, mas não é artista de cinema; é bispo, mas não fica no xadrez.
15. Nome que veio para salvar da vergonha de ser chamado de crente e acabou piorando as coisas.
16. Apenas uma minoria esmagadora de pastores consegue entendê-la.
17. Pai de Saul.
18. (...) Soares, onipresente na TV.
19. Acham que sem eles a igreja não tem razão de ser.
20. Tensão Pré Textual; a irritação e ansiedade que se abate sobre um pastor diante de um texto que ele não faz a mínima ideia do seu sentido, mas mesmo assim quer pregar sobre.
21. As Teologias de Batalha Espiritual faz com que os crentes vivam neuróticos com elas em punhos.
22. Varão que é varão deve ser.
23. 1/3 (um terço) de dízimo.

VERTICAIS
24. Sem elas a fé é morta... Mas tem muita gente matando a fé justamente com elas.
25. Inexiste no meio evangélico.
26. Ordem e Decência; moto dos presbiterianos.
27. As falsas tornam o crente, bobo e desanimado.
28. Curte xadrez.
29. Gambá do nordeste.
30. O que não é preciso que você faça segundo a teologia da prosperidade.
31. Violentadas na colonização e catequização das Américas.
32. Igreja não conseguiu controlar a fogueirinha que acendeu para seu próprio calor e tudo virou um incêndio de grandes proporções, onde se encontram hoje muitos crentes carbonizados.
33. Maturidade sem idade.
34. Sermão sem gordura.
35. Todo pastor tem, ou acha que tem, um pouco de.
36. Ordem dos Advogados do Vaticano.
37. Uniforme de executivos e pastores.
38. Prática nos cultos evãgélicos, é termômetro da eficácia das mensagens.
39. O que não se admite em hipótese alguma que os crentes sejam.
40. Eslovênia; pequeno país do leste europeu. (primeiras letras)
41. (...) de - pau; o que se deve ter para pregar alguns sermões.
42. Associação Evangélica de Pastores Ex-Gays. (desculpem, não tinha outra coisa pra por)
43. “Só sei que nada (...)” Citado por Platão... Ou seria Sócrates? Não sei.
44. Também usada hoje como porta-dólar.
45. É incrível, mas ainda o crente vive para ela e nela busca a Salvação.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Nas Estruturas – nova (a)versão de “Nas Estrelas”

Nas estruturas vejo um irmão
e nas vigas ouço a minha avó,
meu domingo eu vi desabar
tudo que é Fé pra mim.

Não sei o sentido nem a pau,
dessa estória de me conformar,
que isto veio para me ensinar...
O que será de mim?

Até um dia um pastor ouvi,
sua imensa casa percebi,
descobri então que eu não tive
bênçãos lá do céu...
Só um teto caindo!

Mas agora ao meu lado está,
que ironia, está sem altar,
ajudando-me a procurar
todos meus entes sim...

tchu tchu tchu tchu tchu

(repete refrão)

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A propósito...

Propósito. Já me antipatizava com esta palavra, agora ainda mais, pronunciada pelos bispos da Igreja Renascer, dizendo ter um “propósito” tal acontecimento, referindo-se ao desmoronamento da estrutura da sede da igreja no último domingo.

Propósito é dessas palavras que precisamos falar meio cuspindo, pois a consoante surda e oclusiva “Pê” dita seguidamente e ainda por cima com um acento agudo (acho que esse ainda continua com um propósito para existir), dá ao pronunciante um ar de mal-educado e/ou presunçoso. As bandeiras da bochecha que flamulam por impulsos da fonética, trazem consigo o moto do cinismo.

Propósito também soa sabedoria. - Claro que quando dita; quando escrita a palavra não soa, ela estampa. Quando dita, as palavras voam, tem tons, intenções, ritmo, e podem atingir o ouvinte de várias formas, deixando nesse, conotações e impressões. A palavra dita é fria e determinada. Categórica. Por isso tantos mal-entendidos nos e-mails. Alguns até usam de grafismos após a palavra para auxiliar nas intenções. (ex. rrsss, :(, :) ).
Em resumo: propósito, dito ou escrito, soa e estampa sabedoria.

Propósito é das palavras coringas: podem ser usadas a qualquer momento que serve.
Ainda mais quando associada à figura de Deus. Entre as mais famosas está a frase-feita: “... Quem pode questionar os propósitos de Deus?”. Como que, querendo salvaguardar a imagem inexpugnável de Deus, o orador, com a força e piedade com que fala, acaba por esconder do próprio Deus os seus santos propósitos. A ponto de Deus mesmo se perguntar: “Ora, que propósito será?...”.

A propósito, sem querer de maneira alguma brincar com o sentimento das pessoas que nesse momento estão vivendo seus dramas e dores pela tragédia, quero concluir, com a ajuda de uma outra palavra que também não me agrada, mas que me é útil: engenharia.
Pode ser que, antes dos propósitos inescrutáveis, inexplicáveis, inquestionáveis de Deus, aja um fator de pífia nobreza entender: a gravidade é uma lei implacável. Se não está bem uma estrutura, seja de concreto armado, de metálica ou de madeira, o colapso é certo... E quase sempre avisa antes.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Cruzadas Gospel - level ridículo

Verticontes também é passatempo. Imprima e leve para praia, para cama, para as assembleias... Boa diversão!

clique p/ ampliar

HORIZONTAIS
1. Igreja Batista (ficou isolado, mas acho que eles gostam).
2. Cidade que Josué incendiou.
3. Adjetivo de mulher que um crente não deve usar.
4. Eram formados em seminários; agora basta ter uma Bíblia, uma gravata e uma garagem.
5. Bultimann e Rubem; dupla dinâmica de teólogos.
6. É preciso que os fieis façam com relação à doutrina da igreja e a autoridade da liderança para não serem discriminados.
7. Não é Alice Cooper, mas judia dos pintinhos.
8. Sociedade dos Pastores Mórmons.
9. Diante do qual se tem andado de muitas formas.
10. Ilse (...), escritora filha de judeus.
11. Quem é salvo e tem certeza (...).
12. Confere poder... Também status, respeito, fama, dinheiro...
13. Ordem dos Evangélicos Batistas.
14. Falta-lhe um dedo, mas não é o Lula; é da Universal, mas não é artista de cinema; é bispo, mas não fica no xadrez.
15. Nome que veio para salvar da vergonha de ser chamado de crente e acabou piorando as coisas.
16. Apenas uma minoria esmagadora de pastores consegue entendê-la.
17. Pai de Saul.
18. (...) Soares, onipresente na TV.
19. Acham que sem eles a igreja não tem razão de ser.
20. Tensão Pré Textual; a irritação e ansiedade que se abate sobre um pastor diante de um texto que ele não faz a mínima ideia do seu sentido, mas mesmo assim quer pregar sobre.
21. As Teologias de Batalha Espiritual faz com que os crentes vivam neuróticos com elas em punhos.
22. Varão que é varão deve ser.
23. 1/3 (um terço) de dízimo.


VERTICAIS
24. Sem elas a fé é morta... Mas tem muita gente matando a fé justamente com elas.
25. Inexiste no meio evangélico.
26. Ordem e Decência; moto dos presbiterianos.
27. As falsas tornam o crente, bobo e desanimado.
28. Curte xadrez.
29. Gambá do nordeste.
30. O que não é preciso que você faça segundo a teologia da prosperidade.
31. Violentadas na colonização e catequização das Américas.
32. Igreja não conseguiu controlar a fogueirinha que acendeu para seu próprio calor e tudo virou um incêndio de grandes proporções, onde se encontram hoje muitos crentes carbonizados.
33. Maturidade sem idade.
34. Sermão sem gordura.
35. Todo pastor tem, ou acha que tem, um pouco de.
36. Ordem dos Advogados do Vaticano.
37. Uniforme de executivos e pastores.
38. Prática nos cultos evãgélicos, é termômetro da eficácia das mensagens.
39. O que não se admite em hipótese alguma que os crentes sejam.
40. Eslovênia; pequeno país do leste europeu. (primeiras letras)
41. (...) de - pau; o que se deve ter para pregar alguns sermões.
42. Associação Evangélica de Pastores Ex-Gays. (desculpem, não tinha outra coisa pra por)
43. “Só sei que nada (...)” Citado por Platão... Ou seria Sócrates? Não sei.
44. Também usada hoje como porta-dólar.
45. É incrível, mas ainda o crente vive para ela e nela busca a Salvação.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Ca FÉ com LEI te (12)

?ergunte ao ?astor

137- O direito de ir e vir é uma conquista apenas dos espíritas?
138- E seria por causa desse direito que instituíram o passe livre?
139- O oceano Pacífico é mais calmo que o Atlântico?
140- Quanto tempo leva uma banda-evãgélica-larga para baixar um espírito?
141- Quem exorcizou os Demônios da Garoa?
142- Para os evãgélicos, não é daqui o Salvador Dali?
143- Pilates é uma técnica que visa corrigir a postura física e mental apenas lavando as mãos. Falso ou Verdadeiro?
144- Apenas São Paulo consegue excomungar um espírito de porco?
145- Que Papa canonizou a espinheira santa?
146- A incumbência dos Levitas era de levitar os sacerdotes?
147- O capim-santo era o alimento preferido de Santo Antão?

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Fotos de uma tarde de tédio

Se não fosse tanto tempo gasto com seminário, engenharia, teatro, acho que eu teria dado para um bom fotógrafo. Não é por nada, mas acho que tenho mesmo o dom da revelação.

Manga chupada. (tá, nada a ver)


- E s t o u_ co m _d o r_ d e_ c a b e ç a_ q u e r i d o o. . .
- S ó _u m a ___r a p i d i n h a a a.
Pet e eu boiando.
Homenagem ao meu amigão Pava.

O que acham de estranho aqui?
Placa para balas-perdidas.
Imaginação do crente.

Aqui fui flagrado pelos paparazzi usando a camiseta da campanha do câncer da próstata que estou lançando.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Falando nisso...

Falando nisso, por que não caiu o acento de evangélicos, já que há muito perderam seu timbre agudo?

Soneto sem pelo em ovo

O agudo não fazia ideia
das joias que perderia...
Agora ator sem plateia,
nem baiuca lhe restaria.

Caiu do voo o circunflexo,
coador de sons, soa à toa...
Nele já não veem nexo,
pois nem pelo já não coa.

Pelos pelos que em ovos não se veem,
buscam-se mistérios da comunicação,
pelejam pelas pelas de um jogo vão.

Não é o que sai da mão o agudo mal,
mas a tônica das intenções de um jornal...
Meias-verdades, meias-mentiras, amém.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009